Agressividade ou falta de limites?

A sociedade actual exige cada vez mais dos pais: em termos de disponibilidade prestada; dos cuidados necessários; da difícil gestão de situações e problemas; o boom de informação à qual as crianças têm acesso; um regime escolar mais permissivo instalado; entre outros. Desta extrema exigência face à multiplicidade de factores, componentes e intervenientes, é comum os pais depararem-se com dificuldades em lidar com a agressividade dos seus filhos.


Quando um bebé nasce, ele traz na sua "mala de ferramentas" impulsos amorosos, mas também agressivos. A agressividade é fundamental para que a criança aprenda a defender-se e a impor-se no meio em que vive e se desenvolve, para afirmar-se e ensaiar-se enquanto pessoa. Nesta experiência que é o crescer, a criança não sabe controlar essa agressividade, ou seja, não consegue usar de modo adequado esta "ferramenta".

Geralmente, os comportamentos agressivos ocorrem quando a criança se sente frustrada ou quer comunicar que algo não está bem. Com muita frequência, a criança provoca um adulto para que ele possa intervir por ela e controle o seu impulso agressivo, já que ela é pequena e não tem condições de o fazer autonomamente. Nesses momentos, é como se o adulto emprestasse o seu auto-controlo à criança.

O comportamento agressivo infantil resulta, numa perspectiva desenvolvimental, na ausência de estratégias pessoais para organizar respostas melhor adaptadas à necessidade de conforto e segurança que a criança tem diante de situações ansiogénicas. Assim como os pais ajudam uma criança a andar, a falar... também a devem ensinar a controlar a sua agressividade e a aprender a hora e o modo correcto de a exteriorizar.

À medida que cresce, a criança aprende com os adultos que existem diferentes formas de se defender e obter aquilo que deseja. Quando os pais e/ou educadores ensinam que não é necessário tirar aos colegas os brinquedos, mas que é possível pedir para brincar com eles, ou chegar a um entendimento sobre como dividi-los, eles estão a ensinar à criança estratégias sociais que podem substituir condutas agressivas. Se este tipo de estratégia se mostrar eficaz, gradualmente a criança aprende a negociar e, se o ambiente no qual se insere valorizar essa atitude, gradualmente a conduta agressiva passa a ser menos frequente que as restantes estratégias para controlar o ambiente. É por isso que as lutas vão diminuindo de frequência com o seu desenvolvimento.


Para que as crianças apresentem uma forma legítima, natural e saudável de agressividade, é conveniente que os pais sejam tolerantes para com os filhos, aceitando-os e compreendendo-os de forma absoluta, mas justa. Dessa forma, estaremos a contribuir para que a independência e a criatividade sejam traços marcantes no desenvolvimento da criança, privilegiando simultaneamente na relação, a construção, o estabelecimento e a interiorização (compreensão e aceitação) de regras e limites, num exercício contínuo de respeito pelos outros e pela natureza.


A questão das regras e dos limites assume um papel educativo cada vez mais importante, visto verificar-se grande receio, por parte dos pais, em reprimirem, censurarem ou limitarem os seus filhos, fazendo da permissividade uma forma de lhes agradar e compensar possíveis ausências resultantes do ritmo de vida actual, expresso na falta de tempo para estarem e acompanharem os filhos. Porém, tal acarreta o enorme risco de gerar crianças que não conhecem os seus limites, e que não sabem lidar com sentimentos de frustração.

Ou, noutro sentido, crianças sujeitas a uma conduta de risco devido à inconsistência na forma de colocar limites. Tal pode deixar a criança confusa sobre o que pode ou não realizar, e torna difusa a compreensão do que é certo e do que é errado. Também não é raro encontrem-se pais que estimulam a conduta agressiva dos filhos, principalmente dos meninos, para a resolução de conflitos.

Apesar de não existirem receitas ou guiões para lidar com a agressividade duma criança, ficam aqui algumas ideias que podem ajudar no dia-a-dia. São elas:

- É necessário aceitar que, bem doseada, a agressividade é natural e até essencial para a criança poder brincar com os seus sentimentos agressivos, de forma a poder desenvolver a consciência da diferença entre a brincadeira e a verdadeira violência;

- Quando existe uma agressão por parte da criança, importa perguntar o motivo de tal gesto. Mesmo que a criança não responda, ajuda-a a pensar. Posteriormente, fazê-la pedir desculpa à agredida;

- É importante incentivar o diálogo e ser paciente. Muitas vezes, o tom de voz é determinante e diz mais do que as palavras. Procure ouvir a criança;

- O estabelecimento de limites claros é promotor do desenvolvimento da criança. Quando for necessário, dizer não, explicando o motivo da decisão. Não ter receio em impor a autoridade;


- Os adultos, enquanto modelos de referência, devem dar o exemplo e assim, não bater nas crianças;


- Manter a expectativa positiva face à criança e reforçar o comportamento adequado.

Normalmente, a agressividade não expressa "raiva", mas sim sentimentos como a insegurança, a mágoa, entre outros. É necessário ter em atenção o aumento da agressividade de uma criança, procurando compreender as causas por detrás desse comportamento.


"Disciplina é o segundo mais importante presente que os pais podem dar aos filhos. O amor vem em primeiro lugar, mas aprender a dominar sentimentos fortes como a raiva e a desilusão e comportar-se dentro de certos limites vem em segundo lugar."



T. Berry Brazelton

32 comentários:

Ro disse...

Ola..Por favor precisava de uma orientaçao profissional,eu tenho uma filha de 3 aninhos tenho uma de 12 tambem.
O problema etsa na mais nova que esta extremamente agressiva..basta eu dizer nao pode ou espere um pouco que ela fica brava as vezes entra num extremo mesmo gritando muito muito mandando que eu saia dali como quem nao quer me ouvir..eu acalmo ela para poder conversar ai ela demora mas aceita..antes ela nao brigava comigo que sou a mae..me respeitava mais..mas de umas semanas pra ca nao sei o que esta acontecendo,hoje memso tive que dar uns petelecos nela contrariando meus principios mas tive que dar umas palmadas..quando ela dormiu hoje a noite chorei muito porque nao sei lidar com isso e nao quero ter que bater sabe acho errado e tambem nao tem funcionado muito nao..ela parece ficar com mais raiva ainda e depois de um tempo ela volta e pede desculpas..mas preciso saber a forma correta de corrigir ela sem perder a a cuca..porque eu acho que se eu tambem me descntrolar deixo isso como exemplo ..ela tambem pode ser agressiva comigo ..as evzes eu dou uma palmada ela retribui..rsss....O QUE EU DEVO FAZER....OBRIGADA ..ROBERTA
perdao pela falta de pontuaçao correta mas meu teclado esta com problemas..deixarei meu e-mail para voce assim que puder e se nao for pedir muito me desse uma luz.

Psicólogo Bruno Pereira Gomes disse...

Não se pode dizer que exista um manual de instruções sobre os procedimentos a realizar nestas situações. O que pode ajudar é saber que esse comportamento da sua filha é perfeitamente natural, especialmente nessa faixa etária, em que se verifica um incremento da agressividade, mas caracterizada igualmente pela falta de estratégias por parte da criança para lidar com esses sentimentos.

Em primeiro lugar, recomendaria sempre firmeza, e constância na forma como impõe os limites. As crianças precisam de regras e disciplina (sempre dadas com amor), e frequentemente, comportamentos como os que mencionou, revelam um pedido inconsciente da criança para que lhe limite esses sentimentos agressivos. Por isso, não recue nos seus limites. Seja firme mas, para tal, evite sempre responder com comportamentos agressivos. Antes de mais, os pais são os modelos de funcionamento para a criança, e ela procura nos mesmos formas de actuar e aprende com os exemplos. O gritar e bater, por parte dos pais, revela um descontrolo, e não é o exemplo que se quer dar à criança sobre a forma de lidar com as dificuldades. Seja firme, mas mantenha sempre a calma e uma postura descontraída.

Quando a criança está “descontrolada”, poderá não ser o melhor momento para a “educar”. Salvaguardando que as devidas condições de segurança para a criança estão presentes, a maioria das birras terminará quando deixarem de ter assistência. Quando a criança conseguir acalmar-se por si, felicite-a por isso, e então tal será uma óptima oportunidade de ajudar a sua filha, através do diálogo, a procurar estratégias para lidar com o assunto que causou o comportamento agressivo. Procure saber o que lhe causou essa zanga. Mesmo que a criança não consiga verbalizar, ao menos pensará sobre o assunto, e tal já é um passo em frente.

Recomendaria igualmente a leitura do artigo Como lidar com as birras: http://aconversacompais.blogspot.com/2008/04/como-lidar-com-as-birras.html, poderá ter algumas ideias que a ajudem.

Para finalizar, aceite o comportamento da sua filha como natural. Nessa faixa etária, existe sempre um incremento dos sentimentos de agressividade, e a criança precisa de ajuda para os compreender. Caso não se verifique qualquer situação que tenha causado um incremento da ansiedade na criança, não existem razões para alarme. Agora, com firmeza, amor e paciência, procure ajudar, através do diálogo e do exemplo, a sua filha a encontrar estratégias que lhe permitam lidar de forma mais eficaz com os seus sentimentos. É uma tarefa que se apresenta como um desafio mas, após ser ultrapassada, verá que promoveu muito o desenvolvimento emocional da sua filha.

Fernanda Costa disse...

Olá, meu nome é Fernanda e tenho 2 filhos: Frederico com 5 anos e Lina Maria com 3 anos.
O primeiro muito amoroso tem apresentado a cerca de 20 dias comportamento de retrocesso educacional, falando como bebê e tendo atitudes mais infantis do que estou acostumada, fazendo birras choros desnecessários, fazendo xixi na cama e nao aceitando limites.
A segunda, tem estado cada dia mais briguenta, intolerante e agressiva, principalmente com o irmão com atitudes violentas e rudes. chegando amachucá-lo fisicamente e este com receio somente chora e chama o adulto mais proximo.
Converso muito com meus filhos, sou contra violencia e não bato. Tive esta experiencia quando pequena e não quero repetí-las com minha prole.
Coloco-os na disciplina por 1 minuto por idade, para pensarem no que fizeram e se a atitude se repete somo a perda de um objeto que gostam.
Não sei se estou no caminho certo e gostaria de uma luz de como agir para que não sofram com repressão, mas também não venhamos a sofrer na adolescencia.
SE puder por favor me ajude.
fernandacosta@hotmail.com

Anónimo disse...

Olá... preciso de orientação também... é meio longa a história, mas se alguém tiver paciência...

Tenho um aluno de seis anos..Ele não aceita ser contrariado, um simples "não" ou um pedido para que espere um pouco para ser atendido vira o estopim de uma série de atitudes provocadoras. A mais frequente é tirar materiais das mãos de quem está próximo e arremessar. Se o chamo a atenção, corre pela sala e vai bater e chutar os colegas, e justifica sua atitude com : "não me deixam ajudar"! Ou então “eu queria uma coisa, e não me deram”, frases desse tipo.
Já fiquei a sós com ele várias vezes, tentei falar com carinho, expondo a inadequação de seu comportamento com linguagem simples, mas ele parece não compreender. Desconfio que haja algo mais além de falta de limites. Tudo o que se fala entra por um ouvido e sai pelo outro, é como se nada tivesse sido dito.
Até pouco tempo atrás, ele aceitava ajuda, eu preparava atividades paralelas, diferenciadas. Sentava ao lado dele e com calma ele ia fazendo. Às vezes relutava em concluir, dizia que não sabia, mas logo finalizava.
Porém, de três semanas para cá está sendo quase impossível trabalhar em sala de aula! Ele não quer mais fazer nada, procuro coisas interessantes, mas o que trago prende por pouco tempo a atenção. Fica irritado quando vou atender outra criança, mas ao mesmo tempo recusa minha ajuda, grita quando quero ensinar algo. Tem obsessão por recortar e colar, mas até mesmo esse tipo de atividade ele tem deixado inacabado. Mexe nos materiais dos outros, mesmo que eu explique que nem tudo pode ser na hora que quer, ou como quer. A muito custo aprendeu a pedir “com licença” e “por favor” Grita muito cada vez que intervenho, diz que não mando nele, me manda calar a boca. Quando questiono suas atitudes, responde com evasivas (por exemplo, “olhe, tem um risco na parede”) ou com absurdos, como por exemplo frases comuns em programas de televisão. Ou simplesmente ri. Esses dias atrás tentou cuspir enquanto falava com ele.
Quando está sozinho comigo ou outra professora, é sossegado, abraça, tenta fazer o que se pede.
Nas aulas de Educação Física, é mais calmo e interage bem com as outras crianças.
Já tentei realizar atividades diferentes envolvendo a turma, como por exemplo jogos em que é necessário movimento, dinâmicas, brincadeiras pedagógicas. Ele participa bem, mas por pouco tempo, logo à mínima contrariedade volta todo o comportamento desafiador.
A psicóloga voltará brevemente à escola para ver como é seu comportamento dentro da sala de aula, mas preciso fazer algo que funcione até lá,pois outros alunos da sala tem diminuído seu rendimento com essa situação.
Detesto a sensação de que não estou sendo boa profissional, logo eu que sempre me dediquei. Sinto-me paralisada, até tempos atrás tinha ideias criativas para amenizar situações parecidas com essa, mas nunca tive um caso assim. Tenho apoio da direção da escola e da Semed, mas continuo me sentindo mal.Preciso de uma luz. Sempre procurei colocar as regras e limites de forma clara, sem gritar, mas parece que nada funciona.

Anónimo disse...

olá ,estou precisando de uma orientação profissional,tenho um filho de 8 anos e uma de 14 e estou tento muito problemas com a agressividade da mais velha,não tem vaidade e se veste muito largada e tira fotos parecendo emo é muito bagunçada com os objetos dela e não tem cuidado com o dos outros.Meu marido vive muito ausente na educação dos filhos e qdo vai interferir em alguma coisa só faz tudo errado,grita pate chama palavrões e etc... como devo resolver esse problema?

daniele disse...

Ola, meu filho tem 09 anos e não aceita quando todos fal não para ele. porem ele não gosta de ser contrariado e chamar a atenção na frente de ninguem, o professor reclama muito para mim, e as tias da escola diz que ele tira sarro com a cara delas.
como devo lidar com isto?

disse...

Boa Boite, por favor gostaria que me ajudassem ,pois tenho uma filha de 1 ano e 2 meses e de alguns dias pra cá ela está extremamente agressiva, dá tapas , unhadas, puxa cabelo, mordidas . Explico pra ela que não pode fazer isso, mas ela continua principalmente se tem alguem perto conversando. Não sei como agir , como já disse procuro conversar mas não sei sel ela está entendendo . O que mais me incomoda são os comentários de terceiros diante das atitudes agressivas dela.........

Por favor me respondam,,,,,,,,

Maristela disse...

Olá! Preciso de uma orientação, pois não sei como agir com um sobrinho de 6 anos que não consegue dividir o espaço com outro sobrinho de 4 anos. Quando os dois "tentam" brincar juntos, o mais novo sempre sai agredido. Minha preocupação fica maior ainda quando a mãe do que agride, algumas vezes repreende com agressão, noutras finge que não vê. A situação dos pais é envolta de muito conflito e reflete nas atitudes dele. então, enquanto tia quero ajudar, mas não sei como. Desde já, agradeço. Maristela

lopes disse...

olá sou professora de crianças de 2anos quero orientação tenho uma criança que não era para esta na creche pois onde eu trb só recebemos criança de 2 e4anos e o mesmo esta muito agressivo e chama palavroes horrivel e ele chega ate me bater não só eu como os colegas eu conversei com os pais não tive apoio só que me responderam que o mesmo puxou para o genio dele

lopes disse...

como devo trabalhar agressividade com crianças de 2anos

Anónimo disse...

olá, meu nome é Roberta, tenho um filho de 1 ano e meio, ele foi criado somente comigo dentro do apartamento,era meigo, calmo, tranquilo, nunca fez pirraça ou foi agressivo, a partir de 1 ano e 2 meses, ele foi para creche em horário integral e ficou lá por dois meses, saiu porque vinha com vários hematomas, mordidas e beliscões, nesse periodo final de dezembro para cá, ele vêm se mostrando agressivo, bate em mim e em outras pessoas, morde, puxa cabelo, se morde, faz pirraça e quer atenção integral, mudei ele de creche e está sendo complicado a sua convivência com as outras crianças e com as professoras.
Já tentei conversar com vários pediatras para ver se alguém me ajuda, me diz o que fazer, pois já perdi o controle, poderia me ajudar, indicar um pediatra, psiquiatra, sei lá, alguém que me ajude, por favor!!!
e-mail:santana.rt@gmail.com

Adriana Cinthia disse...

Ola Bruno,gostei muito do sua matéria sobre a agressividade e falta de limites.Me ajudou muito.Obrigada e parabéns pelo blog.

alessandra disse...

meu filho tem 5 anos, es estou passando por momentos muito dificeis com ele.principalemnte na escola. ele jgou água no amiguinho, rasgou os trabalhinho dos colegas , e chutou a professora, quando ela tentava coloca-lo de castigo. não me respeita. eu tenho que pegar o chinelo. não sei mais oque fazer....todos os dias chego no colegio, e tenho reclamações. de um modo geral, ele é carinho e gentil. mais tem um genio forte. e não aceita o não como resposta. o castigo não adianta. Amigo, estou desesperada. eu trabalho, então ele fica no colegio o dia todo.

alessandra disse...

olá bruno!! preciso muito de sua ajuda! tenho uma filha de 2anos e 10meses, ela sempre foi muito nervosa mas, aos poucos esta aprendendo a me respeitar o problema q ela so me obedece quando estamos a sós, se tiver qualquer pessoa com a gente, ate mesmo quando saio com ela na rua ela transforma, não me ouve e fica muito agressiva, grita muito e ate me bati. falo q vou por de castigo quando chegarmos em casa mais não adianta. ai quando coloco ela no carro p irmos embora ela já começa a pedir desculpa pedi p não ficar de castigo q nao vai mais fazer isso,mas todo dia é a mesma coisa. eu não sei o q fazer!! ja nem saio mais de casa pq fico com muita vergonha.
Ela fica tranquila o dia inteiro comigo,mas quando o pai, ou outra pessoa qualquer chega ela bati em mim e no pai;joga comida no chão,grita, faz tudo q ela sabe q esta errado.
Não deixa eu falar ao telefone, me morde, bati,chora,grita. ai depois q desligo pedi desculpas e diz q não vai mai fazer isso.
por favor me ajude não sei mais o que fazer; sei q estou falhando em algo, mas não sei em que.

sandra disse...

Sandra Mara
Fiquei muito feliz quando encontrei este blog, pois tenho uma filha de 1 ano e 9 meses, ela sempre foi agitada, mas ultimamente a agressividade esta extrapolando. sempre encontramos textos falando sobre os perfis e consequencias, mas o que realmente devemos fazer, não tem.Ultimamente ela começa a gritar e não tem cristo que faça parar, quem escuta acha que eu estou matando a menina.

Anónimo disse...

Boa tarde,

Tenho um filho de 3 anos e 4 meses, ele apresenta um comportamente desafiador, sempre retrucando á tudo que eu falo. Recentemente ouve a separação entre eu e seu pai e atualmente quando o deixo pensando ou reprimo de alguma forma ele chega a dizer que vai pra casa do pai dele, mostra lingua, diz que não vai mais ser meu amigo. o comportamente agressivo já vem de antes porém tem se agravado com o passar do tempo. Como devo preceder?

Vanessa disse...

Olá Dr. Bruno, gostaria de uma orientação pois, eu tenho 30 anos e um filho de 10 anos e ele é muito agressivo comigo, principalmente quando tento estabelecer limites ocorre um grande atrito entre nós dois. Gostaria de saber como devo agir pois não estou conseguindo lidar com as atitudes dele comigo? Atenciosamente, Vanessa.

Anónimo disse...

Bom dia!
Sou separada há 6 anos e tenho um casal de filhos.Mas meu menino de 14 anos,anda muito agressivo... Principalmente quando volta da casa do pai.Perdeu todas as médias na escola e fica fechado no quarto toda a tarde.Ontem até me agredir e a irmã fisicamente ele o fez.Como posso ajudá-lo? Preciso de ajuda!
Obrigada,
Tereza

Anónimo disse...

Olá... Estou enfrentando uma situação bem complicada com meu filho de 8 anos, pois ele está agressivo e sempre "bate de frente" comigo. Sempre que coloco regras, imponho limites fica pior, ele não gosta de ser contrariado e fala coisas para chocar.Gostaria de uma orientação, sei que ele está pedindo ajuda, mas parece que não quer ser ajudado!

Anónimo disse...

Parabéns pela iniciativa, é reconfortante para nós pais que temos filhos com este tipo de necessidade, poder buscar socorro ou orientação como preferirem em algum lugar, tenho um filho de 3 anos, que quando contrariado, fica transtornado não importando onde esteja, ele quer morder, chutar, bater, puxar o cabelo, na creche onde ele estuda, passamos grande constrangimento pois o mesmo morde as outras crianças, já usamos de todos os mecanismos possíveis para evitarmos essa situação, posso lhe garantir que falta de amor e atenção não é, pois o mesmo apareceu depois de 21 anos da minha outra filha. Grata pela atenção, por favor como posso ajudar meu filho!!!Tenho muito medo pelo futuro dele.

Heliana disse...

Boa tarde. Gostaria de uma orientação. Tenho um filho de 6 anos que está muito agressivo. Não aceita não, quer jogar o que tiver pela frente, rasgar, bater nas coisas, chutar, e fica como se fosse esbravejando, fazendo barulhos bem feios, como se fosse explodir de raiva. Ele é muito inteligente, é um dos melhores da turma. É viciado em televisão. acho que por ele ser muito sozinho, diz que brincar sozinho é chato e pede para assistir desenho. A verdade é que eu permito ele assistir muito. E já me disseram que essa violência e desobediência dele vem dos desenhos que ele assiste. Não sei mais o que fazer. tenho medo de estar educando errado. Trabalho fora, ele passa a manha na escola e a tarde fica comigo. Mas para eu poder fazer as tarefas domesticas acabo por deixar ele assistindo ou jogando video game. Queria muito educá-lo direito. Eu choro muito de tristeza quando ele fica assim. coloco ele de castigo, mas dificilmente bato. Já dei mais palmadas antes e mudei meu pensamento. Outro detalhe: sou divorciada do pai dele desde que ele tinha 3 anos. e me casei novamente. Ele tem contato como pai sempre. fica a cada 15 dias com ele no fim de semana inteiro. E em geral se dá bem com meu marido. Mas diz que tem muita raiva por que meu marido obriga ele a comer todo. O que eu faço? eu o amo demais. Não quero que ele seja um adolescente mais dificil ainda. Obrigada

Unknown disse...

Olá! Preciso de orientação. Tenho um filho de 2 anos e 4 meses que de três meses pra cá ele que falava pouco agora está falando muitas palavras,mas nada ainda como deveria como frases curtas. Ele ama caminhar,mas gosta muito e o problema é que quando paro p falar com alguém ele fica me puxando pelo braço e chorando meio que irritado o tempo todo e eu mal consigo me concentrar no q o outro está falando,isso me deixa sem jeito. Em casa,só mama se eu segurar a mamadeira,só bebe água ou suco se eu der e biscoito tb,só come se eu der na mão,o problema é que ele fazia tudo isso sozinho e qdo completou 2 anos ñ quis fazer mais sozinho. Já. deixei em cima da mesa e falei q iria ficar com fome se ele ñ pegasse,chorou,chorou,mas ñ pegou,será q ele me entende qdo explico p ele ?pq ele parece n entender,só chora ou grita na hora.

Renata Brasil disse...

Boa Noite.

Moro num condominio onde tem um menino de 6 anos hiper agressivo,e tenho um filho de 5 anos e passo por varios contratempo com esse menino de 6 anos agredindo meu filho.Preciso saber se tem alguma forma da lei para que eu possa entrar em defesa do meu filho?

Anónimo disse...

Meu filho tem 9 anos,e está muito agressivo comigo e também na escola,a professora conversa comigo sempre,eu tiro as coisas que ele gosta computador,tv e outros, mas ele não consegue controlar sua raiva e acaba falando coisas horríveis tanto na escola quanto em casa a professora chega a chorar,desde de bebe era muito chorão e nervoso,não sei como agir com ele.

Angiely Prux disse...

Olá! Cliquei neste link, mas não é exatamente este meu problema...
Tenho um sério problema com a agressividade do PAI! Meu marido só sabe gritar e bater, quando era com o mais velho (5a.)eu já não concordava com este método, que só os afastou visívelmente; mas com o bebê?!!! Fico horrorizada! Ele só tem 1 ano e meio, não entende o que está fazendo nem o que lhe pedimos, não pode sair fazendo o certo de cara! Minha terapeuta disse que pelo que eu relato o perfil dele parece de alguém PSICÓTICO... Fiquei muito nervosa na hora, porque já sou meio "neurótica" quanto à segurança dos meus filhos.. Pode imaginar meu pânico!! Eu preciso saber como faço pra ele ir procurar ajuda, sendo que eu não tenho vez nem voz!!! Ele é o dono da verdade, precisa humilhar, gritar, e coagir pra se sentir superior!!!

Se não puder me ajudar, e puder me indicar alguém que possa...

Aguardo contato angiely.prux@yahoo.com.br

Muito Obrigada!

Angiely Prux disse...

Olá! Cliquei neste link, mas não é exatamente este meu problema...
Tenho um sério problema com a agressividade do PAI! Meu marido só sabe gritar e bater, quando era com o mais velho (5a.)eu já não concordava com este método, que só os afastou visívelmente; mas com o bebê?!!! Fico horrorizada! Ele só tem 1 ano e meio, não entende o que está fazendo nem o que lhe pedimos, não pode sair fazendo o certo de cara! Minha terapeuta disse que pelo que eu relato o perfil dele parece de alguém PSICÓTICO... Fiquei muito nervosa na hora, porque já sou meio "neurótica" quanto à segurança dos meus filhos.. Pode imaginar meu pânico!! Eu preciso saber como faço pra ele ir procurar ajuda, sendo que eu não tenho vez nem voz!!! Ele é o dono da verdade, precisa humilhar, gritar, e coagir pra se sentir superior!!!

Se não puder me ajudar, e puder me indicar alguém que possa...

Aguardo contato angiely.prux@yahoo.com.br

Muito Obrigada!

Anónimo disse...

Ola, gostaria de uma orientaçao.
Tenho um filho de 14 anos ele é muito rebelde,ninguem pode dizer nada com ele que ele ja responde
com palavroes e gritando,só falta bater na gente.
Ha mais ou menos um ano que ele anda com mas amizades.
Ja marquei com a psicologa mas ele nao quer acordo.
E agora so quer viver na rua,para dormir tenho que ir busca-lo na rua 11,12 horas da noite.
Ja chamei o conselho tutelar mas de nada adiantou,as coisas ficaram pior ja chegou ate ao conhecimento da justiça.
Ah e tem mais um problema,ele é muito valente anda tomando as brigas dos colegas na rua e o povo vai prestar queixa na delegacia.
Por favor me dê uma luz.

Kerolyn da Rosa disse...

Boa tarde!
Tenho uma filha de 2 anos e 2 meses, ela tem tido um comportamento mto agressivo, morde do nada, morde quando escuta um não, estou tendo problemas na escolinha, pois os pais estão tratando ela como se fosse um pit bull, queria poder entender melhor oq esta acontecendo, nem na escola ela quer mais ir, e qnd fica é os berros, sinto que tem um pouco de falta de amor e atenção na escola, as professoras até isolaram ela pra não ter mais problemas com as mordidas, mas na primeiro oportunidade ela morde, estou pensando em procurar um especialista fora da escola, seria o correto? Será que ela tem algum problema?

Kerolyn da Rosa disse...

Tenho uma filha de 2 anos e 2 meses, ela tem tido um comportamento mto agressivo, morde do nada, morde quando escuta um não, estou tendo problemas na escolinha, pois os pais estão tratando ela como se fosse um pit bull, queria poder entender melhor oq esta acontecendo, nem na escola ela quer mais ir, e qnd fica é os berros, sinto que tem um pouco de falta de amor e atenção na escola, as professoras até isolaram ela pra não ter mais problemas com as mordidas, mas na primeiro oportunidade ela morde, estou pensando em procurar um especialista fora da escola, seria o correto? Será que ela tem algum problema?

Nilvanha disse...

Sou professora ,quero saber como posso lidar com uma criança de 04 anos ,que passa por problemas em casa,como pai agride a mãe na frente dele,então em sala de aula devo ficar sempre o observando,pois o mesmo toma o brinquedo dos colegas,bate e chama palavrão,só que quando chama sua atenção,ele vai rapidinho pedir desculpas ao colega,passa algum tempo,ele faz algo novamente,então falo para ele que por conta do que fez não vai assistir na sala de video com o restante da turma ou ai ficar sem brincar na hora do intervalo,e se tomo atitude de colocá-lo em uma cadeira separado dos colegas ele me agride e chama palavrão ,peço por favor que me envie uma resposta se tem algo que possa fazer,pois eu estou tentando,por que apesar de tudo gosto muito dele,o motivo é em sala de aula não podemos deixar que um coleguinha bata em outro.obrigado pela atenção,boa tarde....

Jelce disse...

Boa tarde Dr.Bruno.
Tenho uma filha de 1 ano e seis meses.Ela é muito inteligente.Presta muita atenção em tudo ao seu redor e depois tentar fazer sozinha,adora dançar r cantar.É muito carinhosa comigo me abraça e me beija o tempo todo,o problema é que quando ela está com alguém e se eu chagr da rua ela começa a tratar a pessoa que estava cuidando dela com agressividade,como se tivesse medo da pessoa tira-la de mim.Sendo que eu explico pra ela que ela não pode ser agressiva com as pessoas dessa maneira,mais não adianta,outra coisa quando vamos a igreja normalmente ela quer ficar andando de um lado para o outro e quando cansa não quer sentar e nem ficar no colo abre o berreiro e somos obrigados a ir embora pra casa.O que devo fazer?!
jelcenunes@hotmail.com

Anónimo disse...

Boa noite!! Meu filho tem 09 anos e foi a uma festa na última sexta e se sentiu humilhado por um colega. Ele adora vídeo game e o colega humilhou ele porque o acusou de não deixar os outros colegas jogarem. Acredito que ele realmente não respeitou as vezes de jogar, mas a situação dele se sentir humilhado, não sei como melhorar sua estima. Ele afirma o tempo todo que respeitou os momentos de deixar os colegas também jogarem.

Obrigada.